Essa lembrança que nos vem às vezes...folha súbita que tomba abrindo na memória a flor silenciosa de mil e uma pétalas concêntricas...Essa lembrança...mas de onde? de quem?
Essa lembrança talvez nem seja nossa,mas de alguém que, pensando em nós, só possa mandar um eco do seu pensamento nessa mensagem pelos céus perdida...Ai! Tão perdida que nem se possa saber mais de quem!
Mário Quintana
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Fato Consumado
Composição:Djavan
Eu quero ver você mandar na razão
Pra mim não é qualquer notícia que abala um coração
Eu quero ver você mandar na razão
Pra mim não é qualquer notícia que abala um coração
Eu quero ver você mandar na razão
Pra mim não é qualquer notícia que abala um coração
Se toda hora é hora de dar decisão, eu falo agora
No fundo eu julgo o mundo um fato consumado e vou embora
Não quero mais, de mais a mais, me aprofundar nessa história
Arreio os meus anseios, perco o veio e vivo de memória
Eu quero é viver em paz
Por favor me beije a boca
Que louca, que louca!
Eu quero é viver em paz
Por favor me beije a boca
Que louca, que louca!
Eu quero ver você mandar na razão
Pra mim não é qualquer notícia que abala um coração
Eu quero ver você mandar na razão
Pra mim não é qualquer notícia que abala um coração
Eu quero ver você mandar na razão
Pra mim não é qualquer notícia que abala um coração
Se toda hora é hora de dar decisão, eu falo agora
No fundo eu julgo o mundo um fato consumado e vou embora
Não quero mais, de mais a mais, me aprofundar nessa história
Arreio os meus anseios, perco o veio e vivo de memória
Eu quero é viver em paz
Por favor me beije a boca
Que louca, que louca!
Eu quero é viver em paz
Por favor me beije a boca
Que louca, que louca!
domingo, 19 de outubro de 2008
Ócio.
Esta é mais uma tarde qualquer.Percebo que a inspiração saiu pra dar uma volta tornando-me solitária,como de costume,e com medo de que ela se perca numa esquina aleatória.
Assim como a chuva,a tristeza não espera para cair e o desespero pela aurora não se apressa e nem se acalma.Nada disso me completa ou me satisfaz,essa felicidade instantânea que logo tem sua validade vencida não me alegra como fazia nos meus tempos de menina.
Esse lance de desvendar o que está prestes a acontecer além de me desgastar também me faz oscilar em sentimentos duvidosos.Ai me deparo com os períodos incompletos e as situações sem nexo de que me arrisco por uma sensação de transição e instabilidade.
No fundo desconheço essa parte da minha personalidade,essa magia envolvente,misteriosa e apimentada de relações inter-pessoais breves e arrebatadoras...
Francamente não consigo entender o que quero dizer com tudo isso,essa mania de justificar as coisas que digo nos momentos de ócio coloca em mim uma imagem torpe,com fantasias infantis e analgésicos irretratáveis.
Tanto faz,viver nunca é de fato um sentido exato.
A Fé Solúvel

O Teatro Mágico
Composição: Fernando Anitelli
É, me esqueci da luz da cozinha acesa
de fechar a geladeira
De limpar os pés,
Me esqueci Jesus!
De anotar os recados
Todas janelas abertas,
onde eu guardei a fé... em nós
Meu café em pó solúvel
Minha fé deu nó
Minha fé em pó solúvel
É... meu computador
Apagou minha memória
Meus textos da madrugada
Tudo o que eu já salvei
E o tanto que eu vou salvar
Das conversas sem pressa
Das mais bonitas mentiras
Hoje eu não vivo só... em paz
Hoje eu vivo em paz sozinho
Muitos passarão
Outros tantos passarinho
Que o teu afeto me afetou é fato
Agora faça me um favor
Um favor... por favor
A razão é como uma equação
De matemática... tira a prática
De sermos... um pouco mais de nós!
Que o teu afeto me afetou é fato
Agora faça me um favor
Um favor... por favor
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