I needed to say something to you beyond my silly concerns, beyond the wind that came of the east or its new cut of hair. I was quiet;I living in another waywithout needing to pass for a next life. As the phrase that I said you per the morning: - while not to obtain, pretend! In the last daysI discovered that it makes me badly to the love,it makes me to seem dull and leaves me to this terribly weak. I don’t like this,it doesn't wait that I come back behind.You or I,my choice.
Você diz que eu te assusto Você diz que eu te desvio Também diz que eu sou um bruto E me chama de vadio Você diz que eu te desprezo Que eu me comporto muito mal Também diz que eu nunca rezo Ainda me chama de animal Você não tem medo de mim Você não tem medo de mim Você tem medo é do amor Que você guarda para mim Você não tem medo de mim Você não tem medo de mim Você tem medo de você Você tem medo de querer... Você diz que eu sou demente Que eu não tenho salvação Você diz que simplesmente Sou carente de razão Você diz que eu te envergonho Também diz que eu sou cruel Que no teatro do teu sonho Para mim não tem papel Você não tem medo de mim Você não tem medo de mim Você tem medo é do amor Que você guarda para mim Você não tem medo de mim Você não tem medo de mim Você tem medo de você Você tem medo de querer... ...me amar!
É sempre aquela voz que ecoa num fundo precipício. Sempre dizendo coisas que eu não consigo decifrar. Agonia de coisa mal resolvida, de uma folha branca com rabiscos incompletos, das frases soltas e sensatas que eu deveria escutar. É a voz que às vezes eu não consigo suportar, que fere por dentro tentando sair por entre as cordas vocais. É a intensidade em forma de silêncio (mesmo falando sempre e tanto) fazendo-me perder aqui dentro. A queda, o grito e o que está sobre as entrelinhas. É um pouco de caminho sem volta, sem medo de ir e vir no canteiro das reflexões.
O cheiro da chuva. Encontrando-me com a chuva. Beijos na chuva. Banho de chuva. Dormir com chuva. Amores na chuva. Fugir da chuva. Chorar na chuva. Cantar na chuva. Ouvir a chuva. Chácara com chuva. Cabana na chuva. Andar de bicicleta na chuva. A rua e a chuva. O frio que a chuva traz. Sentir a chuva. Viajar na chuva. Pingos de chuva na janela. Pingos de chuva no cabelo dele. E assim é... E assim vai ser a chuva lavando a gente.
Oh chuva!Eu peço que caia devagar.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
"Gastei uma hora pensando num verso, que a pena não quer escrever."
Dia primeiro de junho deveria ser feriado, seria menos perigoso se o fizessem assim. É a velha e estranha sensação de envelhecer alguns anos luz em apenas um dia.Tem gente que acredita em mapas astrais, do modo como os planetas se alinham. Quem me dera acreditar numa coisa dessas pra poder justificar os meus caminhos de bem e mal, seria menos perigoso, menos cruel. Mas eu não me encaixo em astrologia. É costume, eu sempre corro na direção do fogo, mas ontem o dia andou pregando peças em mim, a princípio as sensações de abandono que quase foram letais, logo depois um ataque tímido nas aulas de teatro e um frio de bater queixos; uma tentativa de finalizar assuntos inacabados, crises de choro no telefone, preocupação já resolvida com um amigo, o surgimento de um amor (desses de cinema) com direito à lua caprichada em beleza, enfim... É quando você amanhece sem nada e termina o dia com uma porção de presentes. O feriado a gente esquece,arranca as folhas do calendário e vive,é perigoso, mas costuma valer à pena.