
E começa a dança da solidão. É no batuque, batucada, batendo palmas e violão.
E lá vem ela toda (toda), com seu ritmo e encanto, dobra a perna e dá um salto
é poesia,é música,é samba e apetrechos ,é vertigem e insulto
todas as vezes que dança.
Lá se vai à andarilha, a nega bailarina que rodopia entre um acorde e outro.
E vai se despedindo, se ausentando do palco, arrumando os cabelos,
encurvando-se agradecida.